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Band e Facebook pedem mais marcas no futebol feminino

por Redação
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Em uma semana importante para o futebol feminino, o painel do Máquina Talks - 1ª Semana do Futebol Feminino desta terça-feira (1) falou sobre o papel da mídia no desenvolvimento do futebol brasileiro. O debate foi comandado pela jornalista Juliana Lisboa e contou com a presença de executivos do Facebook e da Bandeirantes.

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O Facebook anunciou, recentemente, acordo com a Federação Paulista de Futebol para transmitir o Paulistão da modalidade.

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“Hoje, no nosso time de esporte, nós temos o objetivo de trazer a melhor experiência para os mais de 400 milhões de fãs do esporte”, contou Manuelle Pires, gerente de soluções para parceiros do Facebook. A plataforma também transmite a Libertadores e a Champions League, que chegou a bater recordes da última final.

Parceira do futebol feminino no passado, a Band transmite hoje o Brasileirão em uma parceria com a CBF. “O investimento da Band no Futebol Feminino é uma junção de fatores, mas a emissora tem um DNA de parceria com a modalidade desde os anos 90”, contou Denis Gavazzi, diretor de esportes da Band.

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“Ter o futebol feminino cada vez mais forte, começa a criar uma relação importantíssima com os torcedores para crescer tanto o esporte quanto o produto. Ainda tem um caminho muito longo para percorrer, o torcedor que acompanha o masculino geralmente não acompanha o feminino, mas isso irá mudar”, completou.

Para o executivo, está na hora das marcas começarem a olhar com mais carinho para a modalidade e investirem no esporte.  Manuelle revelou que quando o Facebook anunciou a parceria com a Federação, várias empresas entraram em contato com a equipe comercial da plataforma para entender o negócio e conhecer as possibilidades de patrocínio.

Mas, para ela, os patrocínios têm que ir muito além do patrocínio aos clubes e nas transmissões. “As atletas também precisam de apoio, precisam saber sobre criação de conteúdo e como alcançar mais gente”, contou.

“Nós temos que investir cada vez mais, criar ídolos, contar histórias, mostrar a vida dessas meninas”, adicionou Denis. Nesta linha, Manuelle contou que o Facebook e a FPF estão criando conteúdos para contar a história dessas atletas.

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