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Após Nike e NWB, Grupo SBF mira novas investidas no mercado

por Redação
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O grupo SBF mexeu com o mercado esportivo em 2020. Em fevereiro, pouco antes do início da pandemia, foi anunciada a aquisição da operação da Nike no Brasil pela empresa que já era dona da Centauro. No fim do ano, pouco depois de a compra ser aprovada pelo CADE, foi a vez de o grupo anunciar a compra da rede NWB (Network Brasil), produtora de conteúdo dona do canal Desimpedidos, maior fenômeno de produção esportiva do YouTube nacional.

A aquisição de empresas faz parte de uma nova estratégia do SBF para se tornar uma empresa dominante do mercado esportivo no Brasil. Tendo a Amazon como um benchmark, o grupo deverá seguir com essa estratégia agressiva para os próximos anos. Como sempre frisou nos anúncios das aquisições de Nike e NWB, o SBF quer criar um “ecossistema do esporte”.

“É um bocado de parcerias estratégicas que a gente vai fazer. E elas têm naturezas diferentes. Pode ser uma parceria comercial, pode ser um investimento numa startup ou uma aquisição a exemplo do que a gente fez com a Nike e com a NWB. Ou ela pode até ser um projeto de empreendedorismo que crie uma unidade de negócios que passa a compor esse ecossistema também”, afirmou Gustavo Furtado, vice-presidente e chief growth officer do Grupo SBF, em entrevista ao programa Maquinistas, do podcast da Máquina do Esporte.

OUÇA A ENTREVISTA COM GUSTAVO FURTADO NO PODCAST MÁQUINA DO ESPORTE

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Gustavo Furtado, VP do Grupo SBF, é o entrevistado do episódio 51 do programa Maquinistas
Divulgação
Gustavo Furtado, VP do Grupo SBF, é o entrevistado do episódio 51 do programa Maquinistas
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De acordo com o executivo, o projeto tem por trás criar um dos maiores programas de associados de pessoas fanáticas por esporte.

“A gente está criando a cola. A ideia de que a soma do todo fica maior do que as partes. A gente pretende colar todas as peças do quebra-cabeça num programa de associação que dê benefícios claros, para que o cliente participe desse ecossistema, e que também dê benefícios para os players desse ecossistema”, disse.

Na ponta final, o projeto do grupo SBF é auxiliar no próprio desenvolvimento do esporte.

“Esse ecossistema serve para impulsionar os esportes no Brasil. Esse programa de associados a ideia é que o cliente possa reverter esses benefícios também para ajudar o esporte. Seja para uma entidade que ajuda as pessoas através do esporte, seja nas categorias de base do time de coração ou no patrocínio a um atleta que vai disputar as Olimpíadas”, completou.

Clique aqui e ouça a entrevista completa com Gustavo Furtado.

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