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Surto de Covid adia reinício do Mundial de Surfe

por Redação
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A etapa de Pipe Masters, no Havaí, Estados Unidos, deveria marcar o início da nova temporada da Liga Mundial de Surfe (WSL) e, além disso, o retorno da modalidade após o cancelamento da disputa deste ano por conta da pandemia. No entanto, o Covid-19 deu mais uma mostra que está longe de ser um problema do passado, e a disputa teve que ser suspensa.


O problema é que, logo no início do Pipe Masters, uma série de profissionais do circuito foram testados positivo para o Covid-19. Entre eles, o CEO da WSL, Erik Logan. Por ora, não houve casos entre os atletas que estão na disputa pela primeira etapa da temporada. Ainda assim, a decisão da organização foi pela suspensão do evento. E "por tempo indeterminado", sem qualquer data para o retorno.

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"A WSL está comprometida em priorizar a segurança dos atletas, funcionários e comunidade acima de tudo, e está trabalhando de forma próxima e transparente com o Departamento de Saúde do Estado do Havaí para determinar o caminho a seguir. Como parte do Plano de Segurança Covid da liga, qualquer pessoa que tenha testado positivo é auto-isolada até que seja liberada e os protocolos de rastreamento de contato tenham sido totalmente implementados", afirmou a liga.


Como tem sido padrão entre os grandes eventos esportivos recentes, a WSL seguiu uma série de protocolos de higienização e de isolamento social para conseguir retornar com a disputa do surfe. Não obteve, no entanto, sucesso até o momento.


O começo do Pipe Masters, por sinal, não tem sido fácil. A disputa teve início na terça-feira (8) da última semana, mas na quinta e na sexta-feira já havia sido adiada por questões meteorológicas. Em seguida, surgiram os casos de Covid-19.

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WSL teve que cancelar etapa após surto de Covid-19 entre os funcionários
Fonte: Reprodução / Redes sociais
WSL teve que cancelar etapa após surto de Covid-19 entre os funcionários
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