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EXCLUSIVO: Caixa pagará R$ 30 milhões para a ginástica

por Erich Beting
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Caixa priorizou o patrocínio a projetos de formação de atletas na renovação com a ginástico
Divulgação/CBG
Caixa priorizou o patrocínio a projetos de formação de atletas na renovação com a ginástico
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A Confederação Brasileira de Ginástica conseguiu aumentar em 50% o contrato de patrocínio com a Caixa Econômica Federal para o próximo quadriênio. Na tarde da última terça-feira (27), o banco estatal assinou o contrato de renovação do patrocínio principal da CBG para o período que vai de maio de 2021 a dezembro de 2024.

Segundo apurou a Máquina do Esporte, a Caixa pagará um total de R$ 30 milhões para a CBG pelo patrocínio. No último ciclo olímpico, entre 2017 e 2020, o valor investido foi de R$ 20 milhões. O aumento do patrocínio está ligado à nova política de investimento do banco para o esporte desde a mudança da presidência da entidade.

Sob o comando de Pedro Guimarães, a Caixa passou a priorizar os patrocínios a projetos que deem mais atenção para a formação de atletas. Por conta disso, cortou o aporte a clubes de futebol e ao NBB e praticamente zerou o investimento em corridas de rua. A Caixa concentrou o patrocínio às confederações, mantendo, além da ginástica, o aporte ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e à Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Das três entidades, apenas a CBAt ainda não confirmou a renovação do patrocínio. O CPB e a Caixa, desde 2019, vinham trabalhando na manutenção da parceria, que rende cerca de R$ 25 milhões por ano para a confederação. A CBG acertou, agora em abril, a permanência da Caixa até 2024. Já o atletismo ainda trabalha os detalhes para que, pelo menos, a Caixa siga até o final deste ano, aproveitando os Jogos Olímpicos de Tóquio.

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