Opinião

Opinião: Conmebol deu show de ações digitais na final da Libertadores

por André Stepan - Especial para a Máquina do Esporte
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Anel de melhor jogador da Libertadores dado pela Bridgestone a Marinho virou tatuagem na pele do jogador do Santos
Reprodução
Anel de melhor jogador da Libertadores dado pela Bridgestone a Marinho virou tatuagem na pele do jogador do Santos
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A América do Sul parou no último dia 30 de janeiro para acompanhar a grande final da Conmebol Libertadores. Por conta da pandemia, o icônico Maracanã não pôde receber um grande público para ver in loco a vitória do Palmeiras sobre o Santos por 1 a 0. No entanto, uma ampla cobertura pré, durante e pós-jogo nas redes sociais aproximou a decisão, e consequentemente os patrocinadores da competição, de milhões de torcedores.

Na véspera da final, a ação Luzes Eternas ganhou destaque. Os torcedores de Palmeiras e Santos batalharam no Twitter para definir as cores da iluminação do teto do Maracanã. Foram geradas mais de 6 milhões de interações e a primeira colocação nos trending topics mundo foi alcançada! Outras iniciativas também preencheram uma ótima programação orgânica nas redes sociais: media day com as duas equipes, garantindo vasto material em foto e vídeo; enquete para fãs escolherem música no estádio; emojis no Twitter; a taça no Cristo Redentor; take over Glória Eterna (times passaram um dia no controle do conteúdo das redes); o envolvimento direto com influenciadores; sessão de fotos com os campeões; e vídeos especiais do Rio de Janeiro, valorizando a sede da final.

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O conteúdo comercial foi igualmente amplo: mais de 30 materiais para patrocinadores. Por meio do digital, a Conmebol Libertadores conseguiu compensar entregas comerciais que aconteceriam offline, mas se tornaram inviáveis por conta da pandemia. Ou seja, parte das mais de 30 ações não estava previstas inicialmente, mas foram criadas para que os parceiros tivessem visibilidade e aproximação com o público, ainda que em formatos diferentes.

No universo das mais de 30 ações, foram feitos 197 posts (9% de todo o conteúdo publicado foi assinado por alguma marca) que geraram 166 mil interações e 3,3 milhões de views. Entre as entregas, há de se destacar uma: o cartoon da Bridgestone. Além do anel para o melhor jogador da Libertadores, este ano a competição inovou e fez um cartoon com a imagem de Marinho, o vencedor da premiação. O atleta gostou tanto da arte da ação patrocinada pela empresa japonesa que tatuou a imagem

Além da entrega de todo o vasto conteúdo, o digital também se mostrou bastante interessante em outra esfera na final da Libertadores: a assistência direta à equipe comercial. Com alinhamento prévio entre os departamentos, foi enviado conteúdo em tempo real para os patrocinadores.

A ótima atuação nas redes sociais na final, de forma orgânica e comercial, gerou números muito positivos para as páginas da Conmebol Libertadores: 2,1 mil conteúdos produzidos, 7,4 milhões de interações, 61,7 milhões de views e 212 mil novos seguidores.

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