Máquina Talks

Lyon e Orlando Pride falam sobre os desafios das ligas internacionais

por Redação
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O último dia do Máquina Talks – 1ª Semana do Futebol Feminino trouxe nomes internacionais para abordar a modalidade no exterior. Mônica Espiridião, co-fundadora e CEO de Women Experience Sports, foi a responsável por comandar uma conversa com Béatrice Caliani, gestora de projetos do Lyon, e Diogo Kotscho, VP de comunicação e marketing do Orlando Pride.

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Para Diogo, uma das principais diferenças das ligas americanas é a cultura dos americanos em relação ao esporte. “Os americanos dividem a atenção com outros cinco ou seis esportes, mas quando ele vai pro estádio, ele vai de coração. As pessoas chegam duas horas antes dos jogos para aproveitar as ativações dos patrocinadores e depois continuam”, explica Diogo.

“Aqui o ‘soccer’ começou com as meninas há duas ou três gerações atrás. É muito comum ir aos jogos de fim de semana e ver as mães na beira de campo, acabou sendo mais orgânico entre as mulheres. O futebol feminino aqui é muito mais enraizado que o masculino, por isso que gera resultados”, comentou o executivo.

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O cenário na França é diferente, por ser um país que vive muito mais o futebol do que qualquer outro esporte. “A forma de viver o futebol aqui é muito mais parecido com o que temos no Brasil, a cultura é mais parecida”, conta Beatrice.  Porém, ela reconhece que a modalidade feminina ainda não arrebatou o coração dos franceses.

Falando um pouco sobre o que Aline Pellegrino comentou no quarto dia de evento,os executivos concordaram que um dos fatores mais importantes para o desenvolvimento do clube é que as funções internas sejam bem definidas.

Nas equipes internacionais a gestão de marketing é feita dentro do próprio clube e não por uma agência.  “Terceirizar paixão não funciona. Nós temos que ter alguém que viva o clube 100%”, explica Diogo.

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