Basquete

Início da NBA reforça peso do Brasil para a liga

por Redação
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A temporada 2020/2021 da NBA será iniciada nesta terça-feira (22), após a última disputa no complexo da ESPN, para driblar as dificuldades da pandemia. Para o brasileiro fã do torneio de basquete americano, será mais uma oportunidade de acompanhar o torneio de uma maneira intensa. A próxima competição mostra o mercado nacional cada vez mais estabelecido para a liga.

Considerado o terceiro mercado do mundo para a NBA, atrás apenas de Estados Unidos e China, o Brasil terá um cenário especial, com ampla cobertura da mídia, lojas, ações digitais e patrocinadores próprios, com ativações para o país. Será uma imersão do consumidor rara de se ver mesmo em produtos esportivos nacionais.

A começar, por mais um ano de NBA distribuída na televisão. Nos últimos dias, a organização do torneio conseguiu se garantir em emissoras locais. Há quatro dias, por exemplo, a Globo anunciou um novo contrato com a liga. Serão cinco jogos semanais no Sportv, além da cobertura do GE e da própria Globo. A renovação com a Band também já havia sido revelada, o que garante jogos passando na TV aberta.

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Neste ano, também houve novidades para os fãs. Foi o caso da parceria com o Subway, rede de fast-food. O acordo permite a presença da marca em eventos oficiais da liga, além da possibilidade de vender sanduíches com a marca da competição. A companhia se junta à Vivo entre as parceiras oficiais dos americanos no Brasil. O acordo com a empresa de telecomunicação foi renovado neste mês. Por ele, clientes da marca podem ter descontos na plataforma NBA League Pass.

Para ter acesso a outros produtos da liga, os brasileiros passam a ter contato com uma experiência cada vez mais abrangente da marca esportiva. São Paulo terá, no próximo ano, a quarta maior loja da NBA do mundo. A megaloja de mais de mil metros quadrados terá bar, eventos, quadra e até vestiário. No próximo ano, a liga chegará a dez lojas oficiais espalhadas no Brasil, o que fará do país o terceiro maior mercado de varejo físico do mundo, fora dos Estados Unidos.

Neste ano, a NBA revelou que uma pesquisa da Nielsen mostrou um aumento considerável no número de fãs da liga americana no país, que passou de 34,1 milhões para 41 milhões. Em entrevista ao "Estado de S. Paulo" em setembro, o head da liga no Brasil, Rodrigo Vicentini, chegou a afirmar que o Brasil só não recebe partida da liga por falta de infraestrutura esportiva. Se não pode contar uma experiência in loco por ora, o fã brasileiro tem cada vez mais a atenção dos americanos.

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