O time de vôlei feminino do São Caetano está em busca de um novo patrocinador máster. A equipe anunciou, na semana passada, o encerramento do acordo com a empresa de plano de saúde São Cristóvão Saúde, que existia desde 2012. A empresa, que passou a patrocinar também o time de Osasco em 2019, optou por não renovar a parceria com o São Caetano, terminada no último dia 12 de junho.

A perda do principal patrocinador se junta a uma série de problemas que o São Caetano vem enfrentando na temporada. Um dos principais foi o encerramento da Superliga Feminina de forma prematura, em uma decisão conjunta tomada entre os clubes e a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) por conta da pandemia do coronavírus.

Foto: Reprodução

Agora, o São Caetano corre contra o tempo atrás de um novo parceiro para literalmente sobreviver na elite do vôlei feminino do país. Um dos times mais tradicionais do cenário nacional, o time foi criado nos anos 1960. Em 1975, a modalidade se fortaleceu na cidade com o título paulista e com algumas atletas do elenco sendo convocadas para a seleção brasileira.  

O primeiro título nacional veio na temporada 1991/1992 com um time que contava com a levantadora Fofão, atleta que se consagraria como uma das melhores da posição na história do esporte e conquistaria o título olímpico em Pequim 2008. Outras campeãs olímpicas, como Sheilla e Mari, também já vestiram a camisa da equipe da região metropolitana de São Paulo.


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