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Em 2019, o futebol feminino ganhou um novo status com a Copa do Mundo da França. O enorme potencial de negócios do esporte acelerou o debate sobre a inclusão da mulher na cultura futebolística. E, para algumas das principais lideranças femininas da modalidade, é hora de a mídia dar mais espaço às mulheres para que os números cresçam ainda mais.

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No segundo painel do World Football Summit Live Powered by R9, o debate foi sobre a liderança feminina no futebol. Para Ebru Koksal, chair da Women in Football, é preciso haver uma mudança de imagem sobre quem trabalha com futebol.

"Por décadas o futebol tem sido visto como um esporte feito pelo homem branco. A coisa mais importante é mudar essa percepção. As oportunidades estão disponíveis a todos. Os recrutadores precisam fazer uma seleção diversa de candidatos. Quando há uma postagem de emprego, as mulheres não acham que a vaga seja para elas", disse Ebru, que foi secretária geral da Federação Turca e atuou na Uefa como consultora para o programa de desenvolvimento feminino.

A visão foi compartilhada por Ornella Desirée Bellia, que é head de futebol profissional da Fifa e lidera um processo que tem como objetivo dar uma nova visão ao esporte dentro da entidade.

"Nós temos de reinventar o jogo, criar um sistema que seja mais sustentável. E acho que é aí que está um grande espaço para a mulher trabalhar. A mulher é mais criativa, tem mais imaginação. Ela sempre pensa fora da caixa", afirmou a executiva, que foi diretora do Catania, da Itália.


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