A relação da italiana Fila com corredores quenianos é de longa data, desde 1993, e neste segundo semestre fica ainda mais visível. A marca lançou o Kenya Racer 2.0, segunda versão do Kenya Racer, tênis para corrida elaborado em parceria com os africanos. É um caso incomum: a empresa posiciona a marca dela em função do atleta.

Os quenianos têm valor para a Fila porque mesclam alta performance e estilo de vida. Na São Silvestre de 2013, corredores patrocinados pela marca ocuparam o pódio tanto no masculino quanto no feminino, por exemplo.

Ao mesmo tempo, caixas dos calçados têm inscrições como “hakuna matata”, referência à alegria do povo daquele país. “Eles representam a busca por felicidade e bem-estar, um posicionamento que nos diferencia”, diz Felipe Rosa, gerente de marketing da marca.

A responsabilidade dos quenianos de elevar vendas não é pouca. Na Fila, uma marca multiesportiva, o setor de corrida representou 52% do faturamento em 2013. Com o Kenya Racer 2.0, cujo preço é acessível, quando comparado aos demais tênis de corrida, a companhia espera manter a categoria em alta em 2014.

A campanha envolve comerciais no SporTV, participações em 20 provas de corrida de rua em 2014, inclusive na Meia Maratona do Rio de Janeiro, em 31 de agosto, e ativações em lojas da Centauro. Todas com quenianos, claro.


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