A Argentina foi o primeiro país da América do Sul a decidir fechar suas fronteiras para evitar maior risco de contágio com a pandemia do coronavírus. Além disso, o governo do país já determinou que não haverá mais aulas neste mês, e a ida a shoppings, cinemas, teatros e shows precisam ser proibidas.

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Mas, na opinião do presidente Alberto Fernández, o futebol não poderá parar. Para o mandatário do país, é importante que a Superliga da Argentina continue a ser disputada, porém com os portões fechados. Além disso, Fernández defende que as partidas sejam exibidas em TV aberta, como uma forma de tentar dar mais entretenimento às pessoas.

Foto: Reprodução

"Se o futebol se joga a portas fechadas, não tenho nada contra. E gostaria que, nesse período, transmitam os jogos pela TV aberta, para que os argentinos que precisam ficar em casa possam ter algum entretenimento", afirmou Fernández.

A declaração do presidente reforçou o posicionamento da Associação de Futebol Argentino (AFA), que não paralisou os jogos e, mais ainda, ameaça punir o River Plate, que se recusou a jogar contra o Atlético Tucumán no sábado (14).

A federação argentina já suspendeu todas as demais competições de futebol nas categorias de base, mas o masculino segue com seu calendário intacto, apesar de as partidas da Copa Superliga serem autorizadas apenas com os portões fechados.

No último sábado (14), o River Plate simplesmente não abriu o Estádio Monumental de Núñez para que houvesse a partida contra o Tucumán. Os jogadores do time visitante ficaram do lado de fora à espera de uma definição.


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