Uma mulher narrando, pela primeira vez, uma final de Champions League na televisão. Quando a Pepsico, dona da marca de salgadinhos Lays, decidiu criar essa ação, iniciou dentro do esporte um movimento que a empresa já vinha fazendo fora dele: abraçar o marketing de causa para quebrar preconceitos.

Daniela Cachich é a entrevistada de Os Maquinistas

Há quase um mês, a mesma Pepsico anunciou, pela primeira vez, o patrocínio às competições femininas da Uefa. Para a próxima temporada, o marketing de causa deve ser abraçado de vez pela empresa dentro do esporte.

"Quando a gente olha agora o que vem acontecendo no futebol feminino, era inimaginável fazer esse tipo de investimento para falar da equidade de gênero no esporte. Uma coisa é patrocinar o futebol que está estabelecido, outra é patrocinar um que está em formação. O quanto a gente não pode ajudar a construir, quebrar alguns tabus, ajudar a tirar algumas barreiras da frente? A gente está querendo entender isso para ativar, levar algumas coisas para os consumidores", afirma Daniela Cachcich, vice-presidente de marketing da Pepsico.

A executiva é a entrevistada desta semana de Os Maquinistas. No bate-papo, ela mostra, entre outras coisas, como o marketing de causa pode ajudar a construir uma marca. E como o esporte pode ser a plataforma ideal para fazer aumentar o debate tão importante de inclusão, igualdade e fim de preconceito na sociedade.

"Quando a gente usa uma plataforma como o esporte, o nível de engajamento que gera é muito grande. Talvez se a gente não estivesse usando o esporte, não sei se teria o mesmo impacto. É uma grande plataforma para levar essas provocações".

Clique aqui para ouvir a entrevista completa com a executiva.


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