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Onda do Bem vira festa da cultura surfe

por Redação - São Paulo (SP)
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Após mais de um ano, o Brasil finalmente voltou a receber um evento com surfistas profissionais. A realização do Onda do Bem, que aconteceu no final de tarde e início de noite no litoral paulista, serviu também como um caminho celebrar o estilo de vida, a história e a própria cultura do surfe no país.

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O torneio amistoso que reuniu dez atletas profissionais e dez celebridades brasileiras que também praticam o esporte, tentou mostrar, à distância, que o surfe é hoje muito mais do que simplesmente uma modalidade, mas um estilo de vida.

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Onda do Bem foi primeiro evento oficial de surfe realizado de noite no Brasil - Foto: Divulgação/WSL

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Oi e Havaianas aproveitaram a realização do torneio festivo para voltar a falar de surfe com o torcedor. No QG montado para o Onda do Bem, as duas marcas usaram da criatividade para poder se conectar com o fã do surfe durante a transmissão do evento, que começou às 16h no canal da World Surf League no YouTube.

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A Havaianas montou uma arquibancada virtual em que os fãs conectados a ela conversavam com os participantes do Onda do Bem e até entre eles, por meio de um chat dentro da plataforma usada para a interação. Para celebrar a iniciativa, a marca adotou a campanha "Por dias mais coloridos", em que procurou mostrar que o surfe pode ser uma conexão à distância entre as pessoas nesse momento.

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Já a Oi utilizou o torneio para apresentar o serviço de fibra ótica da empresa. A operadora patrocinou a disputa entre equipes do Onda do Bem, que foi batizada de "Desafio por Equipes Oi Fibra". Nas redes sociais, a marca abordou pela primeira vez o conceito "Atleta de Fibra". A ideia foi usar a gana de vencer dos surfistas para relacionar com o serviço de internet em alta velocidade oferecido por ela.

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Na areia da "bolha" de Itamambuca, a WSL fez também uma espécie de homenagem aos grandes nomes do surfe. Alguns dos primeiros profissionais do país, como Rico de Souza e Andrea Lopes, foram chamados para compor o quadro de juízes da competição. O baiano Jojó de Olivença, que foi um dos grandes nomes do surfe brasileiro nos anos 80 e 90, teve o seu "Projeto Ondas", criado em 2007, escolhido para receber as doações que ainda estão sendo recebidas pela WSL.

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Além disso, a WSL aproveitou o Onda do Bem para espalhar um pouco mais do surfe pela cidade de São Paulo, que é a cidade sem praia com o maior número de surfistas amadores no mundo. A Ponte Estaiada, um símbolo da cidade, foi pintada na cor laranja, em referência ao pôr-do-sol. Além disso, um cine drive-in ao lado da ponte transmitiu ao vivo o Onda do Bem para cerca de 500 pessoas.

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