A Puma divulgou na última terça-feira que perdeu receita no segundo trimestre de 2014, período de Copa, em relação ao mesmo trimestre de 2013. A fornecedora de materiais esportivos alemã faturou € 652,2 milhões, queda de 5,8%.

Björn Gulden, CEO que chegou em 2013 para reestruturar a empresa, escreveu a acionistas que tem feito progressos em “prioridades estratégicas” para que 2014 seja o ano da virada. “Eu digo o tempo todo:  nós sabemos que o reposicionamento da Puma levará tempo”.

O chefão elogiou as chuteiras de duas cores, azul e rosa, e ressaltou o acerto com o Arsenal, cujo início das vendas foi “muito bom”, mas não revelou números.

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O plano da Puma, para o segundo semestre, é começar uma campanha global para torná-la na “mais rápida”, conceito alinhado ao principal atleta patrocinado pela marca, Usain Bolt. Desde que chegou, Gulden fechou fábrica no Vietnã, tirou a sede da empresa de Londres e a levou para a Alemanha e vem trabalhando neste reposicionamento da marca.

Durante a Copa, o CEO havia dito que a Puma seguraria investimentos em marketing, pois era um período “muito lotado” por outras marcas. No balanço do segundo trimestre aparece que, mesmo com um aumento nos gastos por causa da Copa, as despesas operacionais foram mantidas em € 297 milhões no período. É a política pés no chão de Gulden.


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