Após ser a primeira a interromper a temporada por tempo indeterminado e servir de exemplo para praticamente todas as ligas esportivas do planeta que também decidiram parar, a NBA, agora, tenta contornar os prejuízos financeiros causados pela paralisação. Ao menos por enquanto, será o alto escalão da entidade que sofrerá no bolso as consequências da pandemia do coronavírus.

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Depois de dobrar sua linha de crédito de US$ 600 milhões para US$ 1,2 bilhão, a NBA decidiu impor um corte de 20% no salário base a cerca de 100 dos executivos da entidade com maiores ganhos mensais. Adam Silver, atual comissário da liga americana de basquete, e Mark Tatum, o vice-comissário, estão incluídos na lista.

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"Esses são tempos sem precedentes e, como outras empresas de todos os setores, precisamos tomar medidas de curto prazo para lidar com o duro impacto econômico em nossos negócios e organização", afirmou Mike Bass, porta-voz da NBA, em entrevista à ESPN americana.

As medidas serão implementadas de forma imediata e devem continuar em vigor até que as atividades esportivas possam voltar a ocorrer nos Estados Unidos. Ao que tudo indica, ao menos por enquanto, não haverá cortes generalizados no restante da entidade. Além disso, por ora, os cargos administrativos não serão afetados.


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