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Máquina Talks: Dinheiro dos clubes está nos consumidores

por Redação - São Paulo (SP)
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O painel de abertura do Máquina Talks - Futebol 5.0 nesta quarta-feira (23) discutiu a importância da tecnologia nos clubes de futebol e como ela irá impactar na renda das equipes. Tanto para Reginaldo Diniz, do CEO do Grupo End to End, quanto para Eduardo Tega, da Sportheca, a pandemia impulsionou os clubes brasileiros na direção de aumentar a produção de conteúdo e monetizar essa produção. 

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“A gente acredita que quanto maior for o número de canais de contato entre torcedor e os clubes, maior será o consumo destes torcedores,” comentou Reginaldo. O executivo ainda falou sobre a importância de desenvolver uma mensagem correta para cada tipo de torcedor. 

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“O clube fala muito bem com a torcida e muito mal com o torcedor. Existem diversos tipos de consumidor e o clube se comunica com todos da mesma maneira”, explicou. Para ele, os esports são tão famosos e populares com os mais jovens porque eles são interativos e a constante gamificação do futebol é inevitável. 

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Esses torcedores, predominantemente presentes na Geração Z e parte dos millennials, não consomem mais os jogos da mesma forma que as outras gerações e isso é, ao mesmo tempo, uma oportunidade e um desafios para os clubes. 

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“Quanto mais jovem é o torcedor menos ele gosta de assistir os jogos ao vivo e prefere assistir outros tipos de conteúdo, como highlights e gols,” explicou Tega. Para ele, está na hora dos clubes começarem a perceber que eles disputam a atenção com as outras plataformas de entretenimento. 

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“Os clubes tem que passar a ver o conteúdo como gerador de receita e não apenas só de cliques.  Há muita dificuldade para os clubes brasileiros aceitarem isso”, afirmou Tega, que completou: “Mas isso não acontece em um estalar de dedos.”

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Os dois executivos concordam que o dinheiro para todas essas mudanças vem da mesma fonte: os próprios torcedores. “Vestiário é um lugar sagrado, mas quem paga aquela conta é o torcedor. Eu acredito que o dinheiro está no consumidor e ele quer saber da produção de conteúdo”, finalizou Reginaldo.

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