Michael Bradley, do Toronto, um dos líderes do movimento

O início da temporada 2015 da Major League Soccer (MLS), previsto para 6 de março, está em suspenso. O sindicato dos jogadores prepara uma greve se não for assinado o novo acordo coletivo de trabalho da liga norte-americana de futebol.

Os jogadores reclamam por se tornarem agentes livres quando seus contratos são encerrados. Atualmente, um jogador que não tem compromisso vigente é selecionado em um novo draft. Ou seja, o atleta não tem nenhum controle sobre para onde irá jogar.

O sindicato também quer aumentar o salário mínimo da liga que atualmente é de US$ 35.125. O argumento é que a MLS cresceu muito nos últimos anos, há mais dinheiro de direitos de TV e isso deveria se refletir no pagamento dos atletas.

Michael Bradley, do Toronto, acredita na possibilidade de greve. “Temos que chegar a um acordo antes que comece a temporada. Estamos dispostos a fazer greve”, afirmou o jogador, em entrevista à ESPN americana.

Álvaro Saborío, do Real Salt Lake, respaldou o colega. “Estou completamente de acordo com Michael Bradley. Ninguém quer uma greve, mas se isso tiver que acontecer, vamos fazê-lo. É uma simples questão de justiça”, afirmou o costa-riquense pelo Twitter.


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