O Fluminense assinou um novo contrato com a Adidas, válido até dezembro de 2018. Pressionada pelo fato de que a fornecedora alemã fechou no ano passado uma parceria milionária com o rival Flamengo, a diretoria tricolor preferiu, desta vez, um contrato com mais receitas variáveis.

Circula na imprensa que o valor pago pela empresa saltou de R$ 9 milhões para R$ 17 milhões anuais. A conta não é tão simplória. Um acordo desses envolve uma verba fixa, de alguns milhões, e uma série de variáveis. Além de bônus, verba de marketing e entrega de materiais esportivos, itens que não representam, essencialmente, dinheiro para gastar, há royalties pagos de acordo com as vendas nas lojas. Se vender mais, paga-se mais, e vice-versa.

O contrato, portanto, pode render R$ 17 milhões ou até mais, na hipótese de o Fluminense ganhar títulos, engajar a torcida e esgotar estoques nas lojas. Mas também pode render menos. Bem menos.

“Nós aumentamos as variáveis. Vamos ter que trabalhar juntos para alcançar metas, e isso é muito bom para os dois lados. É uma situação ‘ganha-ganha’. Certamente, de acordo com o tamanho da nossa torcida, temos um valor muito bom”, resumiu Peter Siemsen, presidente do Fluminense, à Máquina do Esporte. Valores exatos, o dirigente não dá.


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