Direitos de transmissão são a maior receita do Comitê Olímpico Internacional (COI) há mais de três décadas. No ciclo de Londres, entre 2009 e 2012, foram gerados US$ 3,9 bilhões. O valor dobrou desde Sidnei, de 1998 a 2000, quando os direitos de TV renderam US$ 1,8 bilhão.

O COI tem contratos assinados com emissoras do mundo inteiro até a Olimpíada de 2024, incluindo um de US$ 4,3 bilhões com a NBC até 2020 para os Estados Unidos.

No Brasil, Globo, Record e Bandeirantes vão dividir pela primeira vez a transmissão dos Jogos do Rio de Janeiro. Foram pagos US$ 210 milhões pelas três emissoras, 12 vezes mais do que na edição de Pequim, dos quais US$ 170 milhões correspondem à compra dos direitos e US$ 40 milhões são comissões e pacotes promocionais de mídia. A Globo ficou com a maior fatia.


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