A Ferrari terminará a temporada da Fórmula 1 de modo melancólico, mas, ainda assim, a equipe continua líder quando a questão é financeira. Em levantamento feito pela revista Forbes, o time está avaliado em US$ 1,3 bilhão (R$3,3 bilhões), mais de US$ 500 milhões que a segunda colocada, a McLaren.

A alta valorização permite que a equipe tenha o maior orçamento da Fórmula 1. Em 2013, foram gastos US$ 400 milhões e, ainda assim, o time conseguiu lucrar; o faturamento foi de US$ 460 milhões. A Mercedes, campeão deste ano, gastou US$ 295 milhões em 2013.

O grande trunfo da Ferrari é a manutenção de três grandes patrocinadores, que pagam quase metade da conta. Somente Shell, Santander e Marlboro chegam a US$ 200 milhões no aporte à equipe italiana. O time ainda conta com aportes menores, como grupo brasileiro Petrópolis, que usa a marca de energéticos TNT no automobilismo.

Além de televisão e hospitalidade, a receita da Ferrari é completada com premiação. Nesse caso, a equipe italiana tem um problema. Com a quarta colocação, o time deverá receber menos do que em 2013, quando encerrou a temporada em terceiro.

Premiação é justamente o que está em discussão neste momento, com as equipes menores alegando incapacidade financeira de se manterem no circuito. A Red Bull, campeã em 2013, ganhou US$ 125 milhões em prêmio, mais da metade de seu faturamento. A Force India, que neste ano ameaçou deixar o circuito, ficou em sexto em 2013; seu faturamento total foi de US$ 75 milhões.


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