Marca que se confunde com a própria Champions League, a Heineken prepara, para a próxima semana, o lançamento da campanha em que celebra a volta da competição. Numa brincadeira com a saudade do torcedor pela pausa forçada de quase quatro meses do torneio, a empresa reforça, com a campanha, o que faz de melhor no patrocínio esportivo: tomar conta da propriedade para se identificar com o torcedor.

Arte: Máquina do Esporte

"A propriedade tem de ter o potencial de contar histórias. A gente tem de olhar e enxergar uma possibilidade de parceria de verdade. Não é só eu apoiar, colocar o logo e fazer o investimento. A gente quer alavancar tudo o que coloca a mão, ajudar a plataforma a se desenvolver. Foi assim com a Champions League, com o Rock in Rio, é assim que estamos fazendo com a Fórmula 1", afirmou Vanessa Brandão, diretora de marketing da Heineken, em entrevista ao programa "Os Maquinistas", o podcast da Máquina do Esporte (ouça aqui).

No papo com Erich Beting e Gheorge Rodriguez, Vanessa contou sobre a visão da marca sobre o patrocínio, relembrou o case de ativação do GP do Brasil de 2019 e contou ainda como a própria Uefa deu liberdade à Heineken para superar a saída da Champions League da TV aberta no ano passado.

"Quando as duas partes estão preocupadas com o outro lado, cria-se uma relação muito aberta, muito próxima. Como o Brasil é um país importante, eles (Uefa) aprovam praticamente tudo o que a gente pede", completou Vanessa, que chegou até a mostrar o dom como cantora durante o programa.


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