Fernando Alonso, da McLaren, será desfalque no Grande Prêmio de Mônaco, da Fórmula 1. O piloto espanhol foi convidado pela Andretti para disputar as 500 Milhas de Indianápolis, a mais famosa prova da Fórmula Indy.

Na Andretti, Fernando Alonso correrá com motores Honda, interessada em ter o destaque no mercado americano. A decisão, no entanto, teve apoio do CEO Zak Brown da McLaren, concorrente da marca japonesa. A questão é que o executivo tem cogitado abrir uma equipe na Fórmula Indy, também com foco no mercado dos Estados Unidos.

O próprio Zak Brown deu declaração para esclarecer que não houve atrito entre McLaren e Alonso pela decisão do piloto. A equipe, aliás, esteve diretamente envolvida na decisão.

“Mas contamos com muita ajuda da Indy, que trabalhou muito nos bastidores. Michael Andretti também foi fundamental. Sem a Honda isso também não seria possível. E foi assim que tudo começou e como chegamos onde chegamos hoje”, afirmou.

A decisão é um golpe duro à Li-berty Media, que comprou a Fórmula 1 no fim de 2016. O grupo americano chegou à competição com objetivo de ter mais entretenimento e torna-la mais atrativa ao grande público. E um dos objetivos era justamente se tornar mais próxima do almejado merca americano. Nos últimos anos, a categoria tem perdido prestígio e audiência em diversos países.

Piora a situação da Fórmula 1 a declaração do principal acionista da McLaren, Mansour Ojjeh, que exaltou a competição em termos de negócios. “Já estive na Indy 500 antes, e o evento me impressionou muito, é muito bem organizado e possui um público bastante entusiasmado”, afirmou.   


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