Primeira empresa a fechar patrocínio ao Comitê Olímpico do Brasil (COB) após a era Nuzman, a multinacional japonesa Ajinomoto tem como um dos objetivos elevar o patamar do judô brasileiro a ponto de rivalizar com o próprio judô japonês, considerado o melhor do mundo. A ideia é melhorar o desempenho brasileiro já nos Jogos de Tóquio no ano que vem, depois em Paris 2024 e chegar ao objetivo em Los Angeles 2028.

Takaaki Nishii e jornalistas na sede da Ajinomoto / © Divulgação

A informação foi dada por Takaaki Nishii, CEO global da Ajinomoto. O executivo concedeu uma entrevista a um seleto grupo de jornalistas brasileiros na sede da empresa, na região central de Tóquio.

"Queremos que o judô brasileiro se torne o número 1 do mundo ao lado do japonês. Seria um orgulho muito grande ver as bandeiras de Brasil e Japão juntas nos pódios olímpicos da modalidade", revelou Nishii.  

De acordo com o mandatário, o Brasil é o país que contém o maior número de crianças praticando a modalidade depois do Japão. Além disso, é um esporte que dá as mesmas oportunidades a homens e mulheres, o que também sempre foi visto com muito bons olhos pela empresa.

Além de ter se tornado patrocinadora do COB, a Ajinomoto também virou parceira do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e da Federação Paulista de Judô. No último mês de julho, ainda criou o Time Ajinomoto, que passou a apoiar alguns atletas olímpicos brasileiros, entre eles Rafael Silva, o Baby, bronze no judô em Londres 2012 e no Rio 2016.

Todas essas iniciativas fazem parte do "Projeto Vitória", ação global do Grupo Ajinomoto que teve início em 2003, no Japão, e tem como objetivo oferecer suporte nutricional aos esportistas do país, o que inclui a ingestão de aminoácidos fabricados pela marca. O Brasil é o segundo país "abraçado" pelo projeto.

*O repórter viaja a convite da Ajinomoto


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