A Adidas divulgou, nesta quinta-feira (4), que o mês de maio foi o primeiro em que a marca conseguiu crescer na China desde o surgimento do coronavírus justamente no país asiático no final do ano passado. A fabricante alemã não divulgou os números exatos, mas celebrou o resultado que foi impulsionado principalmente pelo aumento das vendas on-line.

Aos poucos, a Adidas acredita que as coisas voltarão à normalidade no mercado chinês, um dos principais da marca em todo o mundo. Desde meados de abril, quase todas as lojas físicas voltaram a abrir e a fabricante imagina que, em breve, as vendas presenciais passarão a ganhar força novamente. Espera-se, inclusive, que cresçam no segundo trimestre a ponto de atingir o mesmo valor alcançado do mesmo período de 2019.

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Nos bastidores, a Adidas imagina que o mesmo possa acontecer também em boa parte do restante do mundo. Na Europa, três quartos das lojas estão operacionais, enquanto na região da Ásia-Pacífico e na Rússia as operações físicas também já foram retomadas. Na América do Norte e América Latina, porém, o grupo ainda continua com menos de 50% de suas lojas abertas. Isso porque, no momento, Estados Unidos e Brasil são considerados os epicentros da pandemia.

Vale lembrar que a Adidas encerrou o primeiro trimestre do ano com um resultado líquido de "apenas" € 20 milhões, impressionantes 97% a menos que no mesmo período do ano anterior. As vendas da empresa também encolheram entre janeiro e março para € 4,75 bilhões, uma queda de 19%.


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